País
"Desvalorização objetiva". Pedro Delgado Alves explica reação na sessão solene do 25 de Abril
Pedro Delgado Alves explicou à RTP porque virou as costas a Aguiar-Branco na sessão solene do 25 de Abril. Alegou que o presidente da Assembleia da República "desvalorizou" e "caricaturou" temas relativos à transparência nos cargos políticos.
"Há uma parcela significativa do discurso (...) que procede a uma desvalorização objetiva - eu diria que intencional, se não não estaria no discurso - destes temas da transparência e da forma como devem ser escrutinados os titulares de cargos políticos", começou por explicar o deputado do Partido Socialista.
De acordo com Pedro Delgado Alves, o presidente da Assembleia da República "desvalorizou, reputando todas estas matérias como um chavão ou como lugares comuns," e "caricaturou, procurando ridicularizar obrigações declarativas, e até desinformou, porque muitas das questões que coloca nem sequer correspondem ao que a lei determinada".
O deputado negou ter-se sentido, de alguma forma, ofendido: "Uma lei não ofende".
No entanto, acusou Aguiar-Branco de, num discurso no 25 de Abril, desvalorizar "estes temas" que "desalinhariam Portugal das recomendações internacionais", como no caso da corrupção.
Pedro Delgado Alves considerou que o presidente da Assembleia da República propõe um "recuo nestas matérias de transparência".
"No contexto em que aquelas afirmações são proferidas, acho que não podemos também fazer de conta que a Democracia não tem sentido vários elementos de compressão das obrigações de transparência e de publicidade que existem", disse ainda.
E acrescentou: "Não interrompi ninguém. Não insultei ninguém. (...) Não fiz nenhum protesto que, de alguma maneira, perturbasse a sessão".
De acordo com Pedro Delgado Alves, o presidente da Assembleia da República "desvalorizou, reputando todas estas matérias como um chavão ou como lugares comuns," e "caricaturou, procurando ridicularizar obrigações declarativas, e até desinformou, porque muitas das questões que coloca nem sequer correspondem ao que a lei determinada".
O deputado negou ter-se sentido, de alguma forma, ofendido: "Uma lei não ofende".
No entanto, acusou Aguiar-Branco de, num discurso no 25 de Abril, desvalorizar "estes temas" que "desalinhariam Portugal das recomendações internacionais", como no caso da corrupção.
Pedro Delgado Alves considerou que o presidente da Assembleia da República propõe um "recuo nestas matérias de transparência".
"No contexto em que aquelas afirmações são proferidas, acho que não podemos também fazer de conta que a Democracia não tem sentido vários elementos de compressão das obrigações de transparência e de publicidade que existem", disse ainda.
E acrescentou: "Não interrompi ninguém. Não insultei ninguém. (...) Não fiz nenhum protesto que, de alguma maneira, perturbasse a sessão".